
Durante uma entrevista de emprego os candidatos foram submetidos a uma pergunta teste para avaliar o seu nível de raciocínio lógico e capacidade de resolução de problemas: "Quando o João tinha 4 anos, a sua irmã Maria tinha o dobro da idade do João. Hoje o João tem 15 anos. Que idade tem a Maria?"
Este tipo de questão é utilizado em processos de recrutamento para avaliar a forma como os candidatos lidam com desafios inesperados, analisam informações e aplicam a lógica para encontrar uma solução. Além disso, permite avaliar a capacidade de raciocínio sob pressão, uma competência essencial em muitas áreas profissionais.
A questão pode parecer confusa à primeira vista, mas a resposta é simples quando analisada com lógica.
Quando João tinha 4 anos, a sua irmã Maria tinha o dobro da idade dele, ou seja, 8 anos. A diferença de idade entre os dois irmãos é de 4 anos, e essa diferença mantém-se constante ao longo do tempo.
Se João tem agora 15 anos, basta somar essa diferença de 4 anos:
Maria = 15 + 4 = 19 anos.
Muitos candidatos podem ser levados ao erro por interpretar a pergunta de forma precipitada, assumindo que Maria teria agora o dobro da idade de João. No entanto, o fator essencial a considerar é que a diferença de idade entre duas pessoas nunca muda ao longo do tempo. Assim, independentemente da idade de João, Maria terá sempre mais 4 anos do que ele.
Este tipo de pergunta serve para filtrar candidatos que possuem um pensamento lógico estruturado e conseguem analisar problemas de forma clara. Em certas áreas, como tecnologia, engenharia ou gestão, esta capacidade é crucial para a tomada de decisões e a resolução de problemas complexos.
Além do mais, a forma como um candidato responde a esse desafio também revela traços importantes da sua personalidade, como confiança, calma sob pressão e estratégia na resolução de questões. Alguém que analisa a pergunta com paciência e responde de forma fundamentada demonstra um perfil mais adequado para funções que exigem pensamento crítico.
Portanto, numa entrevista de emprego, nem sempre são apenas as competências técnicas que fazem a diferença. Pequenos desafios como este podem ser um fator decisivo na escolha do candidato ideal para uma determinada posição.